A Psicanálise ontem, hoje e sempre

Gilda Sobral Pinto

Resumo


Neste texto, pretendo refletir sobre o sofrimento humano: por que sofremos? De que sofremos? De onde vem nosso sofrimento? Se ele é inevitável, o que podemos fazer? Constituída como o saber do inconsciente, a Psicanálise não tem princípio, meio e fim. Atravessa os tempos, os modos e os costumes. O mesmo não se pode dizer do Psicanalista. Um ser finito, limitado, vulnerável, inserido em seu contexto, submetido ao seu próprio ângulo de visão, que sabe que nada sabe, mas que é convidado, ou melhor, que se propõe instrumentar uma ferramenta sem contornos, imprecisa em busca de soluções para questões insolúveis. Tentarei objetivar o subjetivo.


Palavras-chave


Psicanálise; sofrimento humano; transferência; interpretação; cultura

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Referências


FREUD, S. (1912). Recomendações aos Médicos que Exercem a Psicanálise. In: ____. Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v.XII.

FREUD, S. (1927). O Futuro de Uma Ilusão. In: ____. Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v.XXI.

______. (1929). O Mal Estar na Civilização. In: ____. Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v.XXI.

______. (1922). Dois Verbetes de Enciclopédia. In: ____. Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v.XVIII.

VERZONI, M. Escutando Música Clássica Com Atenção Flutuante. Workshop realizado na SPCRJ em 23 de setembro de 2017.


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